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Como escolher o melhor advogado previdenciário?

Como escolher o melhor advogado previdenciário?

 

Se você está com alguma dúvida ou problema com seu pedido de aposentadoria ou de outros benefícios previdenciários, talvez seja a hora de procurar um advogado.

Mas é importante ficar atento, pois nem todo profissional vai poder te auxiliar com esses processos. A área da previdência é muito complexa e cheia de regras específicas, ainda mais após a Reforma da Previdência de 2019. Para garantir seus direitos, é fundamental que você conte com uma ajuda especializada.

Pensando nisso, preparamos esse artigo com dicas de como escolher o melhor advogado previdenciário. 

 

 

Quem é o advogado previdenciário?

O advogado previdenciário é aquele especializado no atendimento ao trabalhador que precise resolver questões da previdência, como aposentadorias, benefícios por incapacidade (auxílio-doença, auxílio-acidente e aposentadoria por invalidez), pensões, salário-maternidade e assim por diante.

 

Muitas pessoas só relacionam o trabalho do advogado com processos judiciais, procurando esse apoio apenas quando precisam entrar com alguma ação na Justiça.

No entanto, o suporte jurídico de um advogado especialista pode ser essencial em todos os momentos do processo previdenciário.

 

Isso porque ele irá estudar o seu caso e orientar sobre quais benefícios podem ser aplicados, te ajudando a alcançar a melhor opção possível.

Uma consulta com um advogado previdenciário pode ter impacto desde o planejamento da aposentadoria até a revisão de um benefício que é recebido.

 

É necessário contratar um advogado previdenciário?

Não é necessariamente obrigatório contratar um advogado para lidar com as suas questões previdenciárias.

Qualquer pessoa pode fazer o seu próprio pedido de aposentadoria ou de outro benefício sem nenhum tipo de auxílio, diretamente pelo site ou aplicativo do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ou pela central de teleatendimento no telefone 135.

 

Porém, existem diversas situações em que o apoio de um especialista é indispensável.

É o caso, por exemplo, de quando há algum problema no seu Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS); ou seja, quando seus períodos de contribuição ou salários estão incorretos ou incompletos ou se há alguma pendência no cadastro usado pelo INSS.

 

Outras condições em que é provável que seu pedido só seja concedido com o auxílio de um profissional especializado são: se você trabalhou em mais de um emprego ao mesmo tempo, ou sem registro em carteira, ou como autônomo; se contribuiu para outros regimes da previdência ou recolheu em atraso; se atuou no exterior, ou em área rural, ou exposto a agentes nocivos à saúde; ou se tem alguma deficiência.

 

Se você fez a solicitação e teve o benefício negado, também é bem importante que você busque um advogado previdenciário para verificar quais são as opções a serem seguidas.

 

Em resumo, mesmo sem ser obrigatório, contar com um auxílio profissional te oferecerá mais segurança, agilidade e praticidade na garantia dos seus direitos, impedindo que você seja prejudicado e até mesmo ajudando a adquirir um benefício maior.

 

 

Como escolher o melhor advogado previdenciário?

 

1 – Verifique a experiência do advogado na área previdenciária

É fundamental confirmar se o advogado previdenciário que você está contratando realmente é um especialista e tem experiência na área.

 

Uma boa prática nesse sentido é consultar os sites dos tribunais de justiça, como o TRF4 aqui no sul do Brasil, e pesquisar pelo nome ou pela inscrição do advogado na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Assim, você consegue conferir se os processos em que ele atua estão efetivamente relacionados às questões da previdência.

 

Além disso, é interessante você verificar as especializações dentro da área previdenciária, já que alguns advogados só trabalham com um foco específico, como aposentadorias do INSS, regimes complementares da previdência ou benefícios para servidores públicos, por exemplo.

 

2 – Avalie a produção de conteúdo do profissional

Hoje, a internet oferece muitos recursos que tornam possível uma análise mais fácil dos profissionais.

Para os advogados previdenciários, por exemplo, é possível pesquisar se há publicações de conteúdos que falem sobre previdência em seu nome.

 

Quando o profissional tem um blog, uma área no site do seu escritório ou redes sociais com assuntos voltados à área, é mais provável que realmente tenha conhecimento e trabalhe com o tema.

Por outro lado, se ele possuir esses canais de comunicação e não abordar questões previdenciárias, talvez não seja o advogado mais indicado para te atender.

 

3 – Peça indicações de conhecidos e de outros advogados

Outra dica interessante é pedir indicações de amigos ou parentes que se aposentaram ou solicitaram algum outro tipo de benefício previdenciário.

 

Mas, se você possuir algum advogado de confiança, é ainda melhor. Você pode pedir para que ele pesquise sobre a atuação ou a reputação do profissional que você está pensando em contratar.

 

4 – Analise as condições do escritório de advocacia

Quando for para sua primeira consulta, preste atenção nas condições do escritório, na organização dos profissionais envolvidos e na forma de atendimento.

 

Também faça questão de conferir se quem vai lhe atender realmente é um advogado previdenciário, e não um estagiário ou assistente, por exemplo.

 

5 – Avalie o profissional durante a primeira consulta

O contato da primeira consulta é uma das melhores oportunidades para verificar se o advogado entende do assunto e consegue mostrar as possibilidades do cliente, esclarecendo suas dúvidas de maneira objetiva e clara.

 

Veja se o advogado faz perguntas sobre seu histórico de trabalho e solicita documentos para análise.

Peça, ainda, para que ele calcule o valor do seu benefício, seja de aposentadoria ou algum outro auxílio.

Um bom advogado previdenciário precisa saber fazer esses cálculos.

 

6 – Faça perguntas sobre a forma de atuação do advogado

Existem alguns documentos opcionais que podem adiantar em meses o processo previdenciário, e, portanto, são bem vantajosos para quem busca um benefício.

 

A elaboração desses materiais é trabalhosa para o advogado, comprovando uma atuação dedicada e ágil, que tem como foco os melhores resultados para seus clientes.

 

Por isso, se você quiser verificar esses pontos com o advogado que está consultando, pode perguntar se ele faz petição inicial para requerimento administrativo e se vai entrar com um mandado de segurança se o seu processo demorar.

 

O primeiro documento traz uma apresentação de todos os seus direitos e motivos pelos quais o benefício solicitado deveria ser concedido.

O propósito é facilitar a análise do INSS, aumentando as chances de obtenção do benefício sem necessidade de processos judiciais.

 

Já o mandado de segurança é um processo judicial usado para acelerar a decisão do INSS, forçando o órgão a cumprir com o prazo estabelecido em lei para responder aos pedidos de benefícios.

 

7 – Confira os valores cobrados

Para escolher o advogado previdenciário, você também deve levar em consideração as propostas de cobranças.

É importante que as formas de pagamento e todas as despesas incluídas estejam bem claras antes de se firmar uma relação contratual.

 

Saiba que, como regra, o advogado não pode cobrar mais do que você receberá no processo e nem menos do que o mínimo estabelecido pela OAB.

 

Conclusão

Essas sete dicas com certeza vão te ajudar a escolher um advogado previdenciário que contribuirá para o alcance do melhor benefício possível.

Lembre-se que esses benefícios previdenciários podem fazer uma grande diferença no seu futuro e não deixe de procurar alguém que realmente tenha qualificação para garantir seus direitos.

 

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Quanto cobra um advogado previdenciário?

Você provavelmente já leu sobre as vantagens que um advogado previdenciário pode trazer para os seus processos. Mas você sabe quanto ele pode cobrar por isso?

 

Falar de dinheiro ainda é um tabu no Brasil e, portanto, é bem difícil que os escritórios divulguem claramente quanto cobram pelos seus serviços. Não é à toa que a maioria das pessoas só descobre esses valores quando decide se consultar com um profissional.

 

No entanto, entender essa cobrança é muito importante, pois pode evitar que você seja explorado e tenha que pagar um preço impróprio. Pensando nisso, preparamos esse artigo para explicar em detalhes quanto que um advogado previdenciário pode cobrar.

 

 

Quanto um advogado previdenciário pode cobrar?

Quem define quanto um advogado pode cobrar por seus serviços é a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Por meio de tabelas de honorários estaduais, a organização define um valor mínimo que cada área da advocacia pode impor aos seus clientes.

 

A ideia dessa limitação é tornar as cobranças mais justas, para que ninguém peça um valor muito abaixo do preço de mercado e prejudique a competitividade entre os advogados.

 

Por outro lado, um advogado não pode cobrar mais do que o seu cliente vai receber no processo.

Assim, a contratação não corre o perigo de se tornar um prejuízo para os usuários do serviço.

 

Ou seja, a regra geral é que os advogados não podem receber mais do que o seu cliente e não podem cobrar menos do que o valor mínimo determinado pela OAB.

 

Se você quer saber como é essa regulamentação da OAB no seu estado, você pode pesquisar online por “tabela de honorários OAB” e o estado em questão.

Provavelmente a tabela com todas as informações referentes a sua localização será o primeiro resultado a aparecer.

 

Além de variar para cada categoria de advogado, como previdenciário, trabalhista, penal, da família, entre outros, o valor muda conforme o serviço que vai ser prestado.

 

Com os advogados previdenciários, por exemplo, o preço pode ser diferente de acordo com o tipo de aposentadoria ou de outros benefícios que estão sendo solicitados, como os por incapacidade e as pensões.

 

Como funciona essa limitação na prática?

A maioria dos escritórios separa o pagamento em dois âmbitos: sobre os benefícios que serão recebidos e sobre os atrasados.

 

Em Santa Catarina, onde está a sede dos escritórios da CMP Advocacia Previdenciária, o valor mínimo regulamentado pela tabela da OAB é de 20% das parcelas vencidas e mais 20% de 12 parcelas que estão por vencer.

 

Na prática, isso significa que o advogado previdenciário deve cobrar pelo menos três parcelas (20% de 12) do benefício que o cliente irá receber, além de 20% dos atrasados, se houver.

 

Na hora de contratar um advogado, verifique se o valor cobrado está dentro desse limite legal.

Reforçando: ele não pode ser menor do que o estabelecido pela tabela de honorários da OAB do seu estado e nem superior ao que você receberá com o processo.

 

Se você se deparar com uma situação que não se enquadre nessa margem, fique atento, porque o seu advogado pode estar agindo de forma ilegal.

 

Eu realmente preciso de um advogado previdenciário?

Mas, antes de pensar em valores, é fundamental que você saiba se realmente precisa de um advogado previdenciário.

Isso porque nem sempre esse auxílio é obrigatório para obtenção da aposentadoria.

 

Se você tiver cumprido com todos os requisitos para a modalidade que pretende solicitar e estiver com toda a sua documentação em dia, basta fazer o pedido pelo site ou aplicativo do “Meu INSS”.

 

Porém, existem alguns casos em que já podemos adiantar que será preciso contar com a ajuda de um profissional para levar o processo adiante e obter resultados positivos.

 

O primeiro deles é quando o seu Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) está com informações erradas ou incompletas.

Esse é o principal registro utilizado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para verificar seu histórico de trabalho, contribuições e salários. Quando algo está incorreto, é bem mais difícil ter um processo tranquilo de concessão de benefício previdenciário.

 

Também existem algumas situações específicas que costumam gerar uma resistência maior do INSS, como, por exemplo, quando o processo envolve:

  • Atividade especial (com exposição a agentes insalubres e prejudiciais à saúde);
  • Trabalho no exterior;
  • Trabalho em área rural;
  • Trabalho sem carteira registrada;
  • Trabalho como autônomo;
  • Trabalho na condição de pessoa com deficiência;
  • Exercício em mais de um emprego ao mesmo tempo;
  • Contribuições para outro tipo de regime (como serviço público ou militar);
  • Processos trabalhistas anteriores;
  • Períodos afastados pelo INSS;
  • Recolhimentos em atraso.

 

Se você se enquadra em alguma dessas categorias, o ideal é procurar uma ajuda especializada para garantir um processo mais prático, ágil e seguro.

Para saber mais sobre a necessidade ou não de um advogado, confira esse vídeo do nosso canal no Youtube:

 

 

Agora, se você gostaria de ter uma orientação geral para fazer a sua solicitação sozinho, uma boa opção pode ser a consulta previdenciária.

 

Ela funciona como uma consultoria antes do requerimento da aposentadoria, para que você tenha uma visão ampla da sua condição e entenda melhor quais são os seus direitos e o que você deve fazer para ter o benefício mais vantajoso possível.

 

Como escolher um bom advogado previdenciário?

Agora que você sabe se precisa mesmo de um advogado previdenciário e quanto que esse profissional pode cobrar pelos serviços, talvez esteja pensando em contratar um especialista para te ajudar a conseguir a sua aposentadoria ou até mesmo outros benefícios previdenciários.

 

Nesse caso, é importante observar alguns pontos para fazer a escolha de um advogado de qualidade:

  • Verifique a experiência do profissional na área previdenciária, pesquisando pelo seu nome nos sites dos tribunais de justiça e conferindo os processos em que ele atua;
  • Peça indicações de conhecidos que se aposentaram ou de advogados de outras áreas que sejam da sua confiança;
  • Avalie o advogado na primeira consulta, conferindo se ele faz perguntas sobre seu histórico de trabalho, sabe calcular o valor do seu benefício e esclarece suas dúvidas de maneira objetiva e clara.

 

Conclusão

Apesar de poucas pessoas saberem efetivamente quanto um advogado previdenciário pode cobrar pelos seus serviços, esse conhecimento é essencial para que você consiga avaliar um profissional e ter a certeza de que não está caindo em uma armadilha ou sofrendo com abuso de preço.

 

Então, esteja atento aos limites na hora de procurar um advogado previdenciário.

Também não deixe de seguir as outras dicas que oferecemos sobre como contratar um bom profissional.

 

Lembre-se que é essa pessoa que te acompanhará na busca pelo seu benefício previdenciário, que fará uma grande diferença no seu futuro.

Conte com alguém que realmente tenha qualificação para garantir os seus direitos.

 

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Como consultar seu Processo Previdenciário?

Consultar Processo Previdenciário

 

Você sabia que é perfeitamente possível saber de tudo que acontece em sua futura aposentaria ou em seu futuro benefício sem sair de casa?

Hoje preparamos um post para ensinar como consultar a sua solicitação no INSS. Com essas informações você já consegue ficar mais tranquilo e saber todas as informações sobre o andamento do seu processo.

 

 

  • Quando seu pedido de benefício estiver tramitando na esfera administrativa do INSS, é possível acessar o site da previdência e saber a situação atual utilizando o link https://www.inss.gov.br/tag/processo/ , e selecionando o tópico de consulta, conforme imagem abaixo:

 

como-consultar-seu-processo-previdenciario

 

Após clicar no item indicado na imagem, basta preencher seus dados na tela seguinte e consultar.

  • Quando o processo for judicial e tramitar na Justiça Federal, bastará verificar em qual região seu processo tramita. O judiciário Federal é dividido em 5 regiões. O primeiro passo é identificar em qual região seu Estado está relacionado. Esta tarefa é de fácil solução numa simples busca na internet. Usando como exemplo o Estado de Santa Catarina, ligada ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, basta acessar o link https://www.jfsc.jus.br/novo_portal/home.php , que direcionará o interessado para a seguinte página:

como-consultar-seu-processo

 

  • Processo judicial que tramita na JUSTIÇA COMUM DOS ESTADOS, notadamente o caso que envolver acidente de trabalho ou doença ocupacional. Além de casos de ausência de circunscrição federal na localidade, o que gera a competência dita delegada também para a Justiça Comum, devem ser acessados pelo link https://www.tjsc.jus.br/ , selecionando ‘Comarcas’ na tela.

 

Se você preferir, também poderá acessar o nosso Guia completo de como consultar o seu processo: EBOOK CONSULTA

 

Consultar Processo INSS

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