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Como planejar a Aposentadoria aos 30 anos – Guia Completo

Como planejar a Aposentadoria aos 30 anos?

 

Conseguir se aposentar cedo e viver uma vida com conforto é o sonho de muita gente, não é mesmo? 

 

Mas, para conseguir isso, é fundamental que você comece a se preparar e a investir na sua aposentadoria o quanto antes possível. Quanto mais tarde, maior será a dificuldade e o esforço necessário para garantir um futuro confortável.

 

Pensando em te ajudar com essa tarefa, preparamos esse artigo com um passo a passo para que você consiga planejar a sua aposentadoria aos 30 anos de idade.

 

 

 

Por que Planejar minha Aposentadoria aos 30 anos?

 

Quando temos 30 anos, a aposentadoria pode não ser uma grande prioridade, afinal, a ideia ainda parece estar em um futuro distante. 

 

Só que a verdade é que, se você começar esse planejamento agora, vai conseguir ter uma condição bem melhor e de forma muito mais tranquila quando a idade chegar. 

 

Quanto antes você investir, menor será a quantia mensal que precisará dedicar para esse objetivo e maior o retorno que terá no futuro.

 

As pessoas que adiam o planejamento previdenciário acabam tendo que lidar com situações mais difíceis, precisando compensar não apenas o dinheiro que deixaram de guardar, como também os juros que não se acumularam ao longo dos anos.  

 

Não à toa, existem vários casos de profissionais que tinham ótimas condições financeiras – e até mesmo empresários milionários – e que acabaram perdendo tudo após parar de trabalhar, pois não se dedicaram a uma preparação para garantir estabilidade econômica na aposentadoria.

 

Agora que você entendeu bem a importância de planejar a sua aposentadoria cedo, vamos ao passo a passo?

 

 

1 – Saiba com que Idade você quer se Aposentar

 

Você já sabe quando quer parar de trabalhar? Um dos primeiros passos do planejamento de aposentadoria é ter em mente com que idade você pretende se aposentar.

 

Se você quiser ter acesso aos benefícios previdenciários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), precisará verificar as regras em vigor e entender em qual modalidade poderá se encaixar, conferindo a idade necessária para obtenção dessa aposentadoria.

 

De qualquer forma, quanto maior o tempo trabalhado, maior será o benefício. Por outro lado, se você desejar uma aposentadoria mais precoce, terá que fazer contribuições maiores mensalmente para conseguir um valor mais adequado.

 

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2 – Calcule a Renda que você quer ter

 

Além da idade, outra decisão essencial no planejamento da sua aposentadoria é a renda que você pretende ter quando esse momento chegar. 

 

Para fazer esse cálculo, é preciso levar em consideração os gastos que você acredita que terá futuramente. 

 

Não esqueça de descontar algumas despesas que talvez deixem de fazer parte da sua realidade como, por exemplo, prestações para pagamento de um imóvel , e de incluir outras que talvez sejam inseridas nas suas finanças, como um plano de saúde mais caro para idosos.

 

Também considere sempre a inflação, já que o poder de compra certamente será outro dentro de alguns anos. 

 

Listando esses gastos, estime qual deverá ser o seu “salário” mensal para que você tenha a qualidade de vida desejada com a aposentadoria. A partir disso, você poderá pensar nas melhores formas de alcançar a reserva necessária para ter essa renda estimada. 

 

 

3 – Trace o seu Planejamento Financeiro para a Aposentadoria

 

Previdência Social

 

A maneira mais tradicional de se preparar para a aposentadoria é levando em consideração a Previdência Social, até porque a contribuição para o INSS é obrigatória para todos os trabalhadores remunerados. 

 

No entanto, apesar de ser uma parte importante do seu planejamento, essa solução não deve ser o seu único caminho para obter renda enquanto aposentado.

 

Depender do INSS é muito arriscado. Recentemente, a Reforma da Previdência alterou praticamente todas as regras para aposentadoria, trazendo requisitos mais difíceis para concessão dos benefícios e valores bem menos vantajosos para a maioria das modalidades. E nada impede que, nas próximas décadas, novas normas ainda mais rígidas sejam adotadas.

 

Hoje, já vemos que muitos aposentados pelo INSS acabam tendo que se manter ativos profissionalmente para ter uma renda extra, porque o valor pago pela previdência não é suficiente para os seus gastos mensais e, muito menos, para oferecer a vida tranquila que gostariam de ter.

 

Por isso, é fundamental que, além da aposentadoria do INSS, você se dedique a outras formas de investimento para alcançar o futuro que deseja.

 

 

Previdência Privada

 

A Previdência Privada ou Complementar é uma boa opção para quem não quer depender só do INSS para a aposentadoria. 

 

Ela pode ser aberta, que é quando é negociada livremente com os bancos, ou fechada, que é aquela restrita a determinadas categorias profissionais ou empresas.

 

Em geral, quem decide participar desse tipo de previdência precisa fazer contribuições frequentes para um fundo de reservas que, posteriormente, servirá como fonte para o pagamento dos seus “salários” de aposentado.

 

Um ponto interessante é que existem diversos planos diferentes para a Previdência Privada, de forma que você pode escolher aquele que mais se encaixar nas suas necessidades.

 

Se você quiser saber mais sobre esse sistema, não deixe de conferir outro post do nosso blog clicando aqui. Lá, você poderá entender em detalhes como funciona a Previdência Privada.

 

Outros investimentos

 

Dependendo de qual for a renda que você deseja ter no futuro, pode valer a pena pensar ainda em investimentos à longo prazo para complementar os valores das previdências social e privada. 

 

Nesse caso, é importante que você estude bem sobre o assunto e, se necessário, tenha apoio profissional para fazer boas aplicações e garantir um retorno financeiro positivo.

 

Imóveis, títulos públicos e ações na bolsa podem ser opções interessantes, dependendo do seu perfil de investidor e das suas condições financeiras atuais.

 

 

Comece seu planejamento agora!

 

O primeiro passo para planejar a sua aposentadoria aos 30 anos é refletir sobre como você deseja a sua vida de aposentado. 

 

Tendo em mente a idade com a qual você pretende se aposentar e a renda que precisará ter para conseguir a qualidade de vida desejada, fica muito mais fácil se organizar e fazer simulações.

 

Não se esqueça de pensar nos requisitos e benefícios do INSS e de levar em consideração outras alternativas que podem trazer ganhos significativos a longo prazo, sendo essenciais para o seu futuro.

 

Com 30 anos, pode ser difícil pensar em aposentadoria, mas lembre-se que é esse planejamento antecipado que ajudará você a conseguir uma aposentadoria muito mais vantajosa e tranquila.

 

Durante esse processo, também pode ser uma ótima ideia contar com a ajuda de um advogado previdenciário. Ele poderá traçar um plano ideal para que você tenha os melhores benefícios, tanto na Previdência Social como na Complementar. 

 

Entre em contato com um escritório especializado e saiba mais!

 

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Servidor Público Deve Optar Pelo Regime De Previdência Complementar?

Qual a melhor alternativa para servidores públicos, diante do novo regime de previdência complementar.

O governo federal tem encaminhado aos servidores públicos comunicado informando que a opção pelo regime de previdência complementar para quem já está em atividade antes de 04 de fevereiro de 2013 – data da instituição do fundo de previdência complementar dos servidores públicos federais – FUNPRESP, PODE SER REALIZADA APENAS ATÉ 29/03/2019.

Diante desta notícia, muitos servidores têm questionado se é vantajosa a opção referida, ou se é preferível manter-se vinculado às regras atuais e sujeitar-se às possíveis novas regras que se avizinham com a iminente reforma da previdência.

Desde logo é importante que se diga que não se tem aqui a intenção de decidir pelos servidores qual caminho seguir, vez que existem alguns critérios bastante subjetivos que norteiam os fundos de complementação de aposentadoria, notadamente em relação à gestão dos negócios e a condução dos investimentos que compõem o patrimônio dos fundos de previdência complementar.

Entretanto, alguns aspectos de extrema relevância merecem ser destacados de modo a contribuir com a tomada de decisão por parte dos servidores públicos mais antigos que, agora, se veem numa encruzilhada sem saber se a reforma das regras de aposentadoria serão capazes de frustrar seus objetivos.

Para quem opta pelo regime de previdência complementar, seja servidor novo ou antigo, é imperioso destacar que a aposentadoria futura a ser paga pelo governo será, inevitavelmente, limitada ao teto do INSS.

Diante deste limitador, um aspecto inicial que precisa ser levado em consideração é o direito à aposentadoria com paridade e integralidade. Para os servidores que ingressaram no serviço público antes da edição da emenda Constitucional 41/03, em 31/12/2003, existe hoje a previsão de aposentadoria com base na última remuneração do cargo (integralidade), bem como o direito à reajustes futuros nas mesmas datas e nos mesmos percentuais dos servidores ativos (paridade). Este critério de cálculo do benefício não será prejudicado com a proposta de reforma da previdência, vez que pelo texto do projeto da nova legislação só passará a ser exigida idade mínima para alcançar o benefício, mas não criará restrições/alterações nos critérios atuais de cálculo do benefício.

Já para os servidores públicos federais que ingressaram entre 01/01/2004 e 04/02/2013 as regras atuais de aposentadoria são as mesmas do INSS – média das 80% melhores remunerações -, mas sem limitação ao teto do INSS. Ou seja, se a média apurada for superior ao teto do INSS, não haverá redução no momento da concessão da aposentadoria. Esta regra de cálculo também não é objeto de alteração no texto da reforma.

O que é importante dizer, ainda, é que o projeto de reforma pretende aumentar as alíquotas de contribuição dos servidores públicos, de modo que quem ganha mais contribuirá mais.

Assim, o que se deve analisar é se vale a pena abrir mão destas regras extremamente vantajosas para ter contribuições previdenciárias menores a partir da nova lei, mas aposentadoria pública limitada ao teto do INSS; e torcer para que a complementação garanta uma soma que matematicamente seja mais interessante no momento da aposentação.

Outro aspecto que se mostra relevante é o fato de as previdências complementares representarem investimentos de longo prazo, com exigência de capitalização por período suficientemente capaz de gerar um saldo garantidor do benefício até o final da vida. E aderindo agora o fundo de previdência complementar o servidor público mais antigo vai gerar saldo suficientemente capaz de garantir a sonhada renda, em comparação com a aposentadoria mais vantajosa hoje expectada?

Como dito, é difícil prever se para estes servidores é vantajoso aderir às regras do FUNPRESP, mas é pouco provável que o seja, se comparado com a garantia de manutenção das regras atuais para o cálculo da aposentadoria.

Por outro lado, para quem ingressou após 04/02/13 no serviço público federal é de se considerar sob outra ótica a opção de adesão, notadamente em razão do aporte da cota patronal para a composição da reserva do servidor, ou seja, para cada real que o servidor contribui o governo federal contribui o mesmo valor em favor do participante, gerando, já na largada, uma valorização de 100% no investimento da previdência complementar.

Portanto, com a atitude de “intimar” os servidores públicos, nos parece clara a intenção do governo de livrar-se da obrigação de pagar estas aposentadorias de maior valor e limitá-las ao teto do INSS, reduzindo o custo da máquina pública e deixando o servidor à sorte da gestão do FUNPRESP.

Previdência Complementar para dedução do Imposto de Renda

A previdência complementar oferece um incentivo fiscal. Mas como se beneficiar desta vantagem?

Segundo as regras de tributação dos planos PGBL oferecidos por bancos e equivalentes, qualquer pessoa vinculada ao regime de previdência (INSS, Próprio ou Militar) que possua previdência complementar, poderá aplicar até 12% da sua renda bruta anual tributável na previdência e abater o valor da base de cálculo de Imposto de Renda.

 

Veja como funciona na prática

Digamos que uma pessoa possui uma renda tributável de R$ 100mil por ano. Supondo que tenha um plano PGBL, essa pessoa poderia investir R$ 1mil por mês ou os R$ 12mil ao ano na previdência (R$100mil x 12% = R$ 12mil), podendo reduzir da base de cálculo de IR o valor aplicado. Sendo assim, ao invés de pagar IR sobre os R$100mil, pagará o IR somente sobre R$ 88mil (R$100mil – R$12mil). Ao incidir o imposto, nota-se que essa pessoa deixaria de pagar R$ 3.300,00 de Imposto de Renda no ano, isto é, pagará 27,5% sobre R$ 88mil e não sobre o valor original da renda tributável, no caso R$ 100mil.

 

Perceba o incentivo fiscal da Previdência Complementar

Não se trata apenas de “economia”, já que, na prática, tal incentivo é apenas um adiamento do imposto, já que ao final terá que pagar o imposto sobre todo o montante aplicado. Trata-se de uma oportunidade de fazer o dinheiro render e trabalhar a seu favor. Já que o valor economizado hoje com o imposto integrará o montante aplicado no fundo e a mágica dos “juros compostos” sobre essa aplicação trabalha em favor do investidor do plano.

No exemplo, levando-se em conta que o aporte anual no plano PGBL é de R$ 12mil (que equivaleriam aos R$ 1mil mensais), na prática, aplica-se R$ 8.700,00 de recursos próprios, já que com o incentivo fiscal dos R$ 3.300,00 economizados do imposto de renda, são os R$ 12mil que passam a render no plano de previdência em favor do participante.

Digamos que essa pessoa faça isso ano a ano durante 30 anos de investimento no fundo, obtendo um rendimento médio de 8%a.a. no plano. Os R$ 3.300,00 anuais deixados de recolher na forma de imposto de renda resultarão ao final dos 30 anos num montante equivalente a R$ 373.834,60 de saldo no plano.

Aproveite esta oportunidade e favoreça suas finanças.

Para mais informações e esclarecimentos, entre em contato com nossa equipe de especialistas ou visite nosso escritório.

 

Dicas para escolher um Plano de Previdência Complementar

Na busca de uma complementação de aposentadoria que garanta uma renda satisfatória e a manutenção da qualidade de vida no futuro, diversas são as opções de planos de previdência oferecidos pelo mercado e deve-se ficar atento a alguns pontos que terão papel crucial no resultado final desta empreitada.

Não se pode esquecer que previdência é para longo prazo e quanto maior o tempo do investimento, maior será o montante acumulado na hora do recebimento do benefício.

Portanto, o perfil de investidor, o objetivo almejado, a idade na hora adesão e na hora da aposentadoria, além, é claro, do valor dos aportes que pretende realizar ao longo da vida são fatores que deverão ser levados em consideração no momento da escolha pelo melhor plano.

Diferença entre os planos de previdência complementar

Inicialmente, destaca-se que os planos fechados, oferecidos pelas cooperativas e entidades de classe aos seus associados (ex: Unicred-Quanta e Soc. Brasileira de Ortopedia e Traumatologia-SBOTPrev), podem ser considerados boas opções dentre os disponíveis no mercado.

O diferencial destes planos consiste no fato de serem instituídos por entidades sem fins lucrativos e, por tal motivo, normalmente oferecem taxas de administração e de carregamento mais interessantes do que os planos oferecidos por bancos e seguradoras, muitas vezes com isenção total de tais cobranças.

Em tese, ao longo dos anos, os planos fechados acumulam mais capital que os planos abertos, justamente porque os valores economizados com menores taxas e ausência das margens de lucro das administradoras revertem em favor dos participantes e tendem a aumentar o montante acumulado.

Os planos fechados, oferecidos pelas cooperativas, possuem regras de tributação equivalentes aos planos abertos PGBL conforme veremos abaixo, e a tributação incidente sobre os planos é matéria que merece especial atenção na hora da escolha.

Existem no mercado alguns planos híbridos e diferencias, mas a maioria dos planos oferecidos são na modalidade PGBL (Pano Gerador de Benefício Livre) e VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre).

Os planos PGBL são interessantes para quem declara Imposto de Renda no formulário completo, já que permite que o participante deduza até 12% da sua renda tributável anual de valor investido no plano naquele ano.

Pode-se considerar a modalidade PGBL mais indicada para quem contribui para a previdência oficial (INSS e Regimes Próprios); para os já aposentados; e para quem planeja aplicar até o limite de 12% da renda bruta anual na previdência complementar.

Já o VGBL não oferece a isenção anual e normalmente cobra taxas de administração e carregamento mais altas. Entretanto, nesta modalidade, somente os valores referentes ao rendimento obtido no plano estarão sujeitos à tributação do IR, tornando-se a melhor opção para quem declara IR no formulário simples; para os isentos de IR; para quem não contribui para a previdência oficial (INSS ou Regimes Próprios); e para os que já possuem outro plano de previdência complementar.

Assim, para quem pode e pretende investir mais de 12% da renda bruta anual em previdência complementar,é recomendável a combinação entre um plano PGBL com outro VGBL, já que usando desta estratégia, no plano PGBL poderá se beneficiar da dedução da base de cálculo de IR até 12% da renda anual (desde que declarando o imposto no modelo completo de declaração) e os valores dos aportes que excederem a esse limite poderão ser direcionados ao plano VGBL, cuja tributação incide apenas sobre a rentabilidade no momento do resgate.

Para mais informações e esclarecimentos, entre em contato com nossa equipe de especialistas ou visite nosso escritório.

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