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Quanto cobra um advogado previdenciário?

Você provavelmente já leu sobre as vantagens que um advogado previdenciário pode trazer para os seus processos. Mas você sabe quanto ele pode cobrar por isso?

 

Falar de dinheiro ainda é um tabu no Brasil e, portanto, é bem difícil que os escritórios divulguem claramente quanto cobram pelos seus serviços. Não é à toa que a maioria das pessoas só descobre esses valores quando decide se consultar com um profissional.

 

No entanto, entender essa cobrança é muito importante, pois pode evitar que você seja explorado e tenha que pagar um preço impróprio. Pensando nisso, preparamos esse artigo para explicar em detalhes quanto que um advogado previdenciário pode cobrar.

 

 

Quanto um advogado previdenciário pode cobrar?

Quem define quanto um advogado pode cobrar por seus serviços é a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Por meio de tabelas de honorários estaduais, a organização define um valor mínimo que cada área da advocacia pode impor aos seus clientes.

 

A ideia dessa limitação é tornar as cobranças mais justas, para que ninguém peça um valor muito abaixo do preço de mercado e prejudique a competitividade entre os advogados.

 

Por outro lado, um advogado não pode cobrar mais do que o seu cliente vai receber no processo.

Assim, a contratação não corre o perigo de se tornar um prejuízo para os usuários do serviço.

 

Ou seja, a regra geral é que os advogados não podem receber mais do que o seu cliente e não podem cobrar menos do que o valor mínimo determinado pela OAB.

 

Se você quer saber como é essa regulamentação da OAB no seu estado, você pode pesquisar online por “tabela de honorários OAB” e o estado em questão.

Provavelmente a tabela com todas as informações referentes a sua localização será o primeiro resultado a aparecer.

 

Além de variar para cada categoria de advogado, como previdenciário, trabalhista, penal, da família, entre outros, o valor muda conforme o serviço que vai ser prestado.

 

Com os advogados previdenciários, por exemplo, o preço pode ser diferente de acordo com o tipo de aposentadoria ou de outros benefícios que estão sendo solicitados, como os por incapacidade e as pensões.

 

Como funciona essa limitação na prática?

A maioria dos escritórios separa o pagamento em dois âmbitos: sobre os benefícios que serão recebidos e sobre os atrasados.

 

Em Santa Catarina, onde está a sede dos escritórios da CMP Advocacia Previdenciária, o valor mínimo regulamentado pela tabela da OAB é de 20% das parcelas vencidas e mais 20% de 12 parcelas que estão por vencer.

 

Na prática, isso significa que o advogado previdenciário deve cobrar pelo menos três parcelas (20% de 12) do benefício que o cliente irá receber, além de 20% dos atrasados, se houver.

 

Na hora de contratar um advogado, verifique se o valor cobrado está dentro desse limite legal.

Reforçando: ele não pode ser menor do que o estabelecido pela tabela de honorários da OAB do seu estado e nem superior ao que você receberá com o processo.

 

Se você se deparar com uma situação que não se enquadre nessa margem, fique atento, porque o seu advogado pode estar agindo de forma ilegal.

 

Eu realmente preciso de um advogado previdenciário?

Mas, antes de pensar em valores, é fundamental que você saiba se realmente precisa de um advogado previdenciário.

Isso porque nem sempre esse auxílio é obrigatório para obtenção da aposentadoria.

 

Se você tiver cumprido com todos os requisitos para a modalidade que pretende solicitar e estiver com toda a sua documentação em dia, basta fazer o pedido pelo site ou aplicativo do “Meu INSS”.

 

Porém, existem alguns casos em que já podemos adiantar que será preciso contar com a ajuda de um profissional para levar o processo adiante e obter resultados positivos.

 

O primeiro deles é quando o seu Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) está com informações erradas ou incompletas.

Esse é o principal registro utilizado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para verificar seu histórico de trabalho, contribuições e salários. Quando algo está incorreto, é bem mais difícil ter um processo tranquilo de concessão de benefício previdenciário.

 

Também existem algumas situações específicas que costumam gerar uma resistência maior do INSS, como, por exemplo, quando o processo envolve:

  • Atividade especial (com exposição a agentes insalubres e prejudiciais à saúde);
  • Trabalho no exterior;
  • Trabalho em área rural;
  • Trabalho sem carteira registrada;
  • Trabalho como autônomo;
  • Trabalho na condição de pessoa com deficiência;
  • Exercício em mais de um emprego ao mesmo tempo;
  • Contribuições para outro tipo de regime (como serviço público ou militar);
  • Processos trabalhistas anteriores;
  • Períodos afastados pelo INSS;
  • Recolhimentos em atraso.

 

Se você se enquadra em alguma dessas categorias, o ideal é procurar uma ajuda especializada para garantir um processo mais prático, ágil e seguro.

Para saber mais sobre a necessidade ou não de um advogado, confira esse vídeo do nosso canal no Youtube:

 

 

Agora, se você gostaria de ter uma orientação geral para fazer a sua solicitação sozinho, uma boa opção pode ser a consulta previdenciária.

 

Ela funciona como uma consultoria antes do requerimento da aposentadoria, para que você tenha uma visão ampla da sua condição e entenda melhor quais são os seus direitos e o que você deve fazer para ter o benefício mais vantajoso possível.

 

Como escolher um bom advogado previdenciário?

Agora que você sabe se precisa mesmo de um advogado previdenciário e quanto que esse profissional pode cobrar pelos serviços, talvez esteja pensando em contratar um especialista para te ajudar a conseguir a sua aposentadoria ou até mesmo outros benefícios previdenciários.

 

Nesse caso, é importante observar alguns pontos para fazer a escolha de um advogado de qualidade:

  • Verifique a experiência do profissional na área previdenciária, pesquisando pelo seu nome nos sites dos tribunais de justiça e conferindo os processos em que ele atua;
  • Peça indicações de conhecidos que se aposentaram ou de advogados de outras áreas que sejam da sua confiança;
  • Avalie o advogado na primeira consulta, conferindo se ele faz perguntas sobre seu histórico de trabalho, sabe calcular o valor do seu benefício e esclarece suas dúvidas de maneira objetiva e clara.

 

Conclusão

Apesar de poucas pessoas saberem efetivamente quanto um advogado previdenciário pode cobrar pelos seus serviços, esse conhecimento é essencial para que você consiga avaliar um profissional e ter a certeza de que não está caindo em uma armadilha ou sofrendo com abuso de preço.

 

Então, esteja atento aos limites na hora de procurar um advogado previdenciário.

Também não deixe de seguir as outras dicas que oferecemos sobre como contratar um bom profissional.

 

Lembre-se que é essa pessoa que te acompanhará na busca pelo seu benefício previdenciário, que fará uma grande diferença no seu futuro.

Conte com alguém que realmente tenha qualificação para garantir os seus direitos.

 

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Como planejar a Aposentadoria aos 30 anos – Guia Completo

Como planejar a Aposentadoria aos 30 anos?

 

Conseguir se aposentar cedo e viver uma vida com conforto é o sonho de muita gente, não é mesmo? 

 

Mas, para conseguir isso, é fundamental que você comece a se preparar e a investir na sua aposentadoria o quanto antes possível. Quanto mais tarde, maior será a dificuldade e o esforço necessário para garantir um futuro confortável.

 

Pensando em te ajudar com essa tarefa, preparamos esse artigo com um passo a passo para que você consiga planejar a sua aposentadoria aos 30 anos de idade.

 

 

 

Por que Planejar minha Aposentadoria aos 30 anos?

 

Quando temos 30 anos, a aposentadoria pode não ser uma grande prioridade, afinal, a ideia ainda parece estar em um futuro distante. 

 

Só que a verdade é que, se você começar esse planejamento agora, vai conseguir ter uma condição bem melhor e de forma muito mais tranquila quando a idade chegar. 

 

Quanto antes você investir, menor será a quantia mensal que precisará dedicar para esse objetivo e maior o retorno que terá no futuro.

 

As pessoas que adiam o planejamento previdenciário acabam tendo que lidar com situações mais difíceis, precisando compensar não apenas o dinheiro que deixaram de guardar, como também os juros que não se acumularam ao longo dos anos.  

 

Não à toa, existem vários casos de profissionais que tinham ótimas condições financeiras – e até mesmo empresários milionários – e que acabaram perdendo tudo após parar de trabalhar, pois não se dedicaram a uma preparação para garantir estabilidade econômica na aposentadoria.

 

Agora que você entendeu bem a importância de planejar a sua aposentadoria cedo, vamos ao passo a passo?

 

 

1 – Saiba com que Idade você quer se Aposentar

 

Você já sabe quando quer parar de trabalhar? Um dos primeiros passos do planejamento de aposentadoria é ter em mente com que idade você pretende se aposentar.

 

Se você quiser ter acesso aos benefícios previdenciários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), precisará verificar as regras em vigor e entender em qual modalidade poderá se encaixar, conferindo a idade necessária para obtenção dessa aposentadoria.

 

De qualquer forma, quanto maior o tempo trabalhado, maior será o benefício. Por outro lado, se você desejar uma aposentadoria mais precoce, terá que fazer contribuições maiores mensalmente para conseguir um valor mais adequado.

 

Conheça nosso Simulador de Aposentadoria

 

2 – Calcule a Renda que você quer ter

 

Além da idade, outra decisão essencial no planejamento da sua aposentadoria é a renda que você pretende ter quando esse momento chegar. 

 

Para fazer esse cálculo, é preciso levar em consideração os gastos que você acredita que terá futuramente. 

 

Não esqueça de descontar algumas despesas que talvez deixem de fazer parte da sua realidade como, por exemplo, prestações para pagamento de um imóvel , e de incluir outras que talvez sejam inseridas nas suas finanças, como um plano de saúde mais caro para idosos.

 

Também considere sempre a inflação, já que o poder de compra certamente será outro dentro de alguns anos. 

 

Listando esses gastos, estime qual deverá ser o seu “salário” mensal para que você tenha a qualidade de vida desejada com a aposentadoria. A partir disso, você poderá pensar nas melhores formas de alcançar a reserva necessária para ter essa renda estimada. 

 

 

3 – Trace o seu Planejamento Financeiro para a Aposentadoria

 

Previdência Social

 

A maneira mais tradicional de se preparar para a aposentadoria é levando em consideração a Previdência Social, até porque a contribuição para o INSS é obrigatória para todos os trabalhadores remunerados. 

 

No entanto, apesar de ser uma parte importante do seu planejamento, essa solução não deve ser o seu único caminho para obter renda enquanto aposentado.

 

Depender do INSS é muito arriscado. Recentemente, a Reforma da Previdência alterou praticamente todas as regras para aposentadoria, trazendo requisitos mais difíceis para concessão dos benefícios e valores bem menos vantajosos para a maioria das modalidades. E nada impede que, nas próximas décadas, novas normas ainda mais rígidas sejam adotadas.

 

Hoje, já vemos que muitos aposentados pelo INSS acabam tendo que se manter ativos profissionalmente para ter uma renda extra, porque o valor pago pela previdência não é suficiente para os seus gastos mensais e, muito menos, para oferecer a vida tranquila que gostariam de ter.

 

Por isso, é fundamental que, além da aposentadoria do INSS, você se dedique a outras formas de investimento para alcançar o futuro que deseja.

 

 

Previdência Privada

 

A Previdência Privada ou Complementar é uma boa opção para quem não quer depender só do INSS para a aposentadoria. 

 

Ela pode ser aberta, que é quando é negociada livremente com os bancos, ou fechada, que é aquela restrita a determinadas categorias profissionais ou empresas.

 

Em geral, quem decide participar desse tipo de previdência precisa fazer contribuições frequentes para um fundo de reservas que, posteriormente, servirá como fonte para o pagamento dos seus “salários” de aposentado.

 

Um ponto interessante é que existem diversos planos diferentes para a Previdência Privada, de forma que você pode escolher aquele que mais se encaixar nas suas necessidades.

 

Se você quiser saber mais sobre esse sistema, não deixe de conferir outro post do nosso blog clicando aqui. Lá, você poderá entender em detalhes como funciona a Previdência Privada.

 

Outros investimentos

 

Dependendo de qual for a renda que você deseja ter no futuro, pode valer a pena pensar ainda em investimentos à longo prazo para complementar os valores das previdências social e privada. 

 

Nesse caso, é importante que você estude bem sobre o assunto e, se necessário, tenha apoio profissional para fazer boas aplicações e garantir um retorno financeiro positivo.

 

Imóveis, títulos públicos e ações na bolsa podem ser opções interessantes, dependendo do seu perfil de investidor e das suas condições financeiras atuais.

 

 

Comece seu planejamento agora!

 

O primeiro passo para planejar a sua aposentadoria aos 30 anos é refletir sobre como você deseja a sua vida de aposentado. 

 

Tendo em mente a idade com a qual você pretende se aposentar e a renda que precisará ter para conseguir a qualidade de vida desejada, fica muito mais fácil se organizar e fazer simulações.

 

Não se esqueça de pensar nos requisitos e benefícios do INSS e de levar em consideração outras alternativas que podem trazer ganhos significativos a longo prazo, sendo essenciais para o seu futuro.

 

Com 30 anos, pode ser difícil pensar em aposentadoria, mas lembre-se que é esse planejamento antecipado que ajudará você a conseguir uma aposentadoria muito mais vantajosa e tranquila.

 

Durante esse processo, também pode ser uma ótima ideia contar com a ajuda de um advogado previdenciário. Ele poderá traçar um plano ideal para que você tenha os melhores benefícios, tanto na Previdência Social como na Complementar. 

 

Entre em contato com um escritório especializado e saiba mais!

 

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